A produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou crescimento de 2,7% em junho de 2026, em comparação ao mês de maio, quando houve recuo de 9,2%. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana reduziu sua produção em 3,9%. No primeiro semestre do ano, a atividade industrial acumula queda de 4,9%, e no acumulado dos últimos 12 meses, registrou taxa negativa de 2,4%, ambas comparações em relação ao mesmo período anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).
No mês de junho de 2026, em comparação com igual período do ano anterior, seis das 11 atividades pesquisadas assinalaram declínio na produção. O segmento de Derivados de petróleo (-8,3%) exerceu a principal influência negativa no mês, explicada especialmente pela menor fabricação de gasolina, óleo diesel e óleo combustível. Outros segmentos que registraram queda na produção foram: Produtos químicos (-8,9%), Metalurgia (-7,2%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-18,8%), Produtos de borracha e de material plástico (-4,8%) e Bebidas (-9,2%).
Por sua vez, o segmento de Celulose, papel e produtos de papel (8,4%) registrou a maior contribuição positiva, atribuída ao aumento na produção de pastas químicas de madeira (celulose). Outros segmentos que registraram aumento na produção foram: Alimentos (3,2%), Couro, artigos para viagem e calçados (19,0%), Indústrias extrativas (5,6%) e Minerais não metálicos (6,6%).